MARCAS LINGUÍSTICAS NORDESTINAS PRESENTES NA OBRA MORTE E VIDA SEVERINA, DE JOÃO CABRAL DE MELO NETO: análise das designações

Daniel dos Santos Teixeira, Safira Ravenne da Cunha Rêgo

Resumo


A personificação do sujeito através da linguagem é algo notório nos usuários de uma língua. No Brasil, existem várias formas de comportamentos linguísticos, seja por função de região, de classe social, de situações (formais e informais) e por período histórico. Neste trabalho, buscamos a utilização da variação por região para explicar e caracterizar o sujeito nordestino apresentado na obra Morte e Vida Severina, do autor João Cabral de Melo Neto. A escolha do texto da análise se deu pela abordagem da representação da difícil vida do retirante, o qual, mesmo diante de todos os desafios, persiste em suas lutas diárias. Logo, foram necessárias bases teóricas a partir dos conhecimentos da Linguística e da Sociolinguística. Em favor disso, utilizamos, como referencial, Saussure (2006), Mollica; Braga (2015); além de Guimarães (2014), com a Semântica do Acontecimento, no que diz respeito às “Designações”. Objetivamos evidenciar as questões de como a linguagem molda o seu usuário, através de suas próprias falas, discorrendo, portanto, sobre a análise sociolinguística, buscando aliar a linguística com as marcas de falares que se encontram como designações na obra popular da região nordeste, Morte e Vida Severina.

Palavras-chave


Sociolinguística. Variação. Designações. Caracterização. Morte e Vida Severina.

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